Amigas e amigos,
leitores anônimos
É-me prazeroso comunicar que HELIODORA - meu quarto romance - pode ser seduzida, dentro de alguns dias, nas seguintes livrarias:
Café com Letras
SCLS 203 Bloco “C” Loja 19 - 3322-5070 Café.letras@gmail.com
Livraria do Chico
Campus Universitário Darci Ribeiro – UnB 3307-3254
Cotidiano Livraria
SCLS 201 Bloco “C” Loja 15 3224-3439
Livraria Cultura
Casa ParkSGCV Sul Lote 22 – Casa Park Center 3410-4033
Livraria Cultura Iguatemi
Lago Norte
Dom Quixote
CLN 406 Bloco “D” Loja 04 3039-7979
Livraria e Editora Aplicada
SRTVN Quadra 702 Ed. Radio Center 3349-0399
Livraria Hildebrando
Prédio da Casa do Professor – UnB 3307-1333
Sebinho Livraria
SCLN 406 Bloco “C” Loja 44 3447-4444
Vozes
SCLR/Norte Quadra 704 Bloco “A” Nº 15 3326-2436
HELIODORA
Alagoas é um estado do Nordeste conhecido por seus engenhos de cana, por suas praias acolhedoras, por suas rendas cuidadosas produzidas por mãos habilidosas de gente simples e criativa. Uma de suas particularidades pouco explicadas é o alto número de cidadãos não registrados nos cartórios. Trinta em cada cem.
Um de seus políticos foi levado à Presidência da República pelo voto popular, representando a dita República de Alagoas e, posteriormente, rejeitado nas urnas de seu próprio estado.
Alagoas não é tão grande. De Maceió a Delmiro Gouveia, no outro extremo, são poucas horas por rodovia. Zona da Mata e zonas áridas compõem o cenário da vida econômica e social do povo. Os canaviais produziram riqueza e pobreza. A devastação ambiental originada da agricultura predatória da cana-de-açúcar, da produção fumageira e de cultivos de subsistência acarretou graves consequências sobre cidades e povoados destruídos por um raro fenômeno natural.
O petróleo, em compensação, irriga a economia. Mas Alagoas não se livrou da estrutura de classes, da miserável à elite, igual à que se espalha pelo país continental. As estatísticas revelam números, mas suas antenas não captam todos os sinais que emitem as populações isoladas entre a seca e as enchentes . É desse mundo fora das estatísticas que emigram Heliodora e Alcemiro em busca do país novo anunciado na TV e no rádio e que eles desconhecem.
Brasília foi o grito de alerta para despertar o Brasil adormecido, “deitado eternamente em berço esplêndido”. Milhões de brasileiros acordaram. Os excluídos e expulsos do Nordeste pela incúria dos governos e pelas duras circunstâncias do dia a dia tomaram um caminhão pau-de-arara e desembarcaram na moderna capital do Brasil. Vieram, democraticamente, acomodar-se no Patrimônio Cultural da Humanidade para serem imortais como os criadores desta ilha de silêncio, em meio a plantas retorcidas e fontes cristalinas, no Planalto Central.
Da periferia do país à margem da nova metrópole é um passo gigantesco. Ainda falta boa parte do caminho para completar o sonho dessa viagem empreendida.
Melhor seria que não se precisasse buscar no desconhecido o sonho que poderia ser conquistado no Sítio do Angico se outro fosse o olhar sobre nossa gente e nossa terra.
Humanamente
Eugênio
Meus Livros
1. OS FILHOS DO CARDEAL – 1997 - 2a. Edição O homem proibido - 2009
2. POEMAS IRREGULARES, 1998
3. EM NOME DO SANGUE, 2002
4. VENTOS DA ALMA, 2003
5. OS POBRES DO CAMPO, 2003
6. SOLITÁRIOS NO PARAÍSO, 2004
7. O RETORNO DAS ÁGUAS, 2005
8. A SAGA DE UM SÍTIO, 2007
9. AS PEDRAS DE ROMA, 2009
10. HELIODORA, 2010
3. EM NOME DO SANGUE, 2002
4. VENTOS DA ALMA, 2003
5. OS POBRES DO CAMPO, 2003
6. SOLITÁRIOS NO PARAÍSO, 2004
7. O RETORNO DAS ÁGUAS, 2005
8. A SAGA DE UM SÍTIO, 2007
9. AS PEDRAS DE ROMA, 2009
10. HELIODORA, 2010
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