quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

BIODIVERSIDADE E PAZ

 

BIODIVERSIDADE E PAZ

A biodiversidade nas florestas, rios e mares, campos e desertos do planeta é o fundamento sobre o qual se constrói a paz ambiental e universal. A vida é mensagem lida, ouvida e sentida por todos os seres vivos. A cadência dos ciclos meteorológicos, combinando temperaturas e alimentando criaturas vegetais e animais, entre amores e dores, inspira felicidade e desejo de viver.

Sem biodiversidade, sem a natural convivência, interação e interdependência de todos os seres vivos não pode haver paz. Quando os mais fortes impõem seu poder sobre a biodiversidade perde-se o diálogo, a comunicação e a compreensão da teia da vida formada e tecida por todos os seres vivos humanos e não humanos.

E quando uma das espécies, Sáurio ou Sapiens, por um equívoco de comportamento ou de decisão, impõe seu poder sobre a biodiversidade, amputando-a ou destruindo-a para sobreviver, não haverá paz e, fatalmente, a espécie desaparecerá. São as coisas e os fatos da natureza.

A paz humana depende da biodiversidade no planeta!

domingo, 1 de fevereiro de 2026

CHUVAS DE JANEIRO ▬ ANOS 2012 a 2026

 

CHUVAS DE JANEIRO  ▬  ANOS 2012 a 2026

SÍTIO DAS

 NEVES – BR 060 – KM 26 – DF -

Em milímetros ─ 1 mm = 1 litro/m2    

 MÊS                                      MM/MÊS           TOTAL/ANO/ MM

 

2012                                         212,4           2.260,0

2013                               –          457,8            2.255,6

2014                               –          169,8            1.677,5

2015                               –            84,0             1.642,7

2016                               -           482,4             1.921,7

2017                               ─          177,5            1.478,7

2018                               –           308,7            1.760.5

2019                               –             48,4             1.069.3

2020                               ─          330,9              1.787,8

2021                                ─         135,0              1.710.8

2022                               ─           225,0              1.279,2 

2023                               ─           221,9              1.323.4 

2024                               ─           421,5              1.770,9

2025                                          271,5              1.044,0

2026                                          268,7                 268,7 (até 31.1.26)

 Dur ante 156 meses (13 anos), registro e publico os volumes de chuva, captados pelo pluviômetro autorizado pela Agência Nacional de Águas, na área da Bacia Hidrográfica do Ribeirão das Lajes. Nos últimos 13 anos, as águas do período chuvoso têm sido de altos e baixos volumes. 2019 foi o ano do racionamento, em Brasília. As tempestades arrasadoras e letais em várias regiões do país, pouco ajudam a recarregar os aquíferos em razão do generalizado desmatamento e crescimento da urbanização pela implosão dos ecosssitemas. Lembrem-se do Rio Bonito do Iguaçu! É lamentável que mais da metade do bioma Cerrado esteja sendo desvirtuado. A regeneração de uma área, para o bom funcionamento de uma floresta, leva mais de 50 anos.

O Sitio das Neves (700.000 m2) registrou, ao longo do mês de janeiro, 268,7 mm ou litros por m2, perfazendo o total do mês em 188.090.000 litros.  Na área, graças à intensa vegetação nativa, cerca de 90% são retidos no solo e subsolo. A função da vegetação nativa é manter a vazão das nascentes no período de estiagem, quando a umidade do ar baixa a menos de 30%. Nos quatorze janeiros, a irregularidade das chuvas indica que a mudança do clima não é apenas um alerta. É uma realidade!  Muitas espécies de plantas, ao contrário da espécie humana sapiens, vêm se adaptando a essa mudanças, atrasando a floração e a frutificação.