quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

OS FUGITIVOS DA ÁGUA.

 OS FUGITIVOS DA ÁGUA.

Acaba de sair do forno. Editora KELPS,GO.
A economia humana se expande construindo represas águas abaixo. O segredo da felicidade humana é caminhar sabiamente águas acima, onde se encontram as nascentes cercadas de árvores para captar e levar o precioso líquido aos lagos interiores, também chamados aquíferos ou lençois de água.
Capa frontal: Na parte alta está o Cosmo e sua cosmogonia
No meio está a desarrazoada e difícil caminhada humana
Na base, fianalmente o sapiens empreendeu a sábia volta à Natureza das coisas.
Todas as reações:
Você, Claudia Lulkin, Caco Schmitt e outras 17 pessoas

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

O PODER DA RUA

 

O PODER DA RUA

 

Não me refiro aos milhões de carros que invadem e contaminam o ar das cidades e agravam a saúde dos cidadãos. Importo-me com as pessoas. no amplo significado do coletivo nós, nós outros, dominados por discursos, arroubos, propostas mirabolantes, taxas de juros, alimentos caros, bilhões de #Reais sugados pelo ralo do Congresso Nacional.

A população brasileira está paralisada diante da indecisão política governamental. Sofre calada, nas portas de supermercados, dominada pela ação falsária de políticos profissionais e da justiça titubeante. O grito mais nacional, inesquecível e comovente foi dado há 30 anos, em 1984 – DIRETAS JÁ – porta de saída da ditadura.

Diante da pasmaceira administrativa nacional, alimentada por notícias artificializadas, o grito da catástrofe ambiental planetária empurra, para as ruas inundadas, milhares de pessoas fugitivas das águas que já invadiram suas casas. Está faltando um grito democrático para levar os cidadãos às ruas ainda secas e desnudar a hipocrisia política que assola o país.

IR ÀS RUAS, É PRECISO – FUGIR DAS ÁGUAS NÃO SERÁ PRECISO!

 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

OS FUGITIVOS DA ÁGUA

 AOS AMIGOS E LEITORES DESTA PÁGINA!

Com alegria, informo que enviei a uma editora meu novo livro ─ OS FUGITIVOS DA ÁGUA ─ narração de acontecimentos feita por um sobrevivente do degelo, no século 22. O romance será apresentado no DIA MUNDIAL DA ÁGUA, 22 de março de 2025.
Resumo da ópera: construímos um complexo sistema econômico inadministrável. Fugimos da água, fonte de vida. Somos todos fugitivos da rebelião das águas.
A história da vida no planeta Terra é uma sucessão de fatos que o tempo registra no fogo dos vulcões, nos ventos elísios, nos picos nevados, nos contornos indecifráveis das montanhas rochosas, nas águas dos oceanos, nas tempestades inclementes, na teia regenerada da vida de seres humanos e não humanos. Na rota de incontáveis bilhões de anos, os fenômenos físicos alteram a fisionomia do planeta. A reprodução evolutiva da teia da vida depende, para sua sobrevivência, das condições climáticas variantes.
Mudamos a fisionomia do planeta. O planeta mudará nossa compreensão do funcionamento das leis imutáveis da natureza.

domingo, 2 de fevereiro de 2025

 

CHUVAS DE JANEIRO  ▬  ANOS 2013 a 2025

SÍTIO DAS NEVES – BR 060 – KM 26 – DF -

Em milímetros ─ 1 mm = 1 litro/m2    

 MÊS                                      MM/MÊS           TOTAL/ANO/ MM

 

2013                               –         457.8               2.255,6

2014                               –         169.8               1.677,5

2015                               –         223.2               1.642,7

2016                               -          482.4               1.921,7

2017                               ─         177.5              1.478,7

2018                               –          308.7              1.760.5

2019                               –            48.4              1.069.3

2020                               ─         350.9               1.787,8

2021                                ─        135.4               1.710.8

2022                               ─         225.0               1.279,2 

2023                               ─         221.9               1.323.4 

2024                               ─         421.5               1.770,9

2025                               ─         271.5                   271.5 (NO ANO)

 Durante 156 meses (doze anos), registro e publico os volumes de chuva, captados pelo pluviômetro autorizado pela Agência Nacional de Águas, na área da Bacia Hidrográfica do Ribeirão das Lajes. Durante 50 anos, desde 1974, constato e acompanho a enorme energia das árvores, associada às águas pluviais, na lenta, gradual e corajosa regeneração de um ecossistema milenar do bioma Cerrado. É lamentável que mais da metade desse bioma tão rico em biodiversidade esteja desvirtuado.

O mês de janeiro de 2025, recebeu 271.5 litros de chuva por metro quadrado. O Sitio das Neves (700.000 m2) recebeu, ao longo do mês.  .190.050.000 litros dos quais 75% foram absorvidos pela vegetação para recarga dos aquíferos, estabilidade das nascentes e revitalização dos córregos. O acumulado de chuvas do ano de 2025, é de 271.5 mm (ou litros por m2,) na região da microbacia do Ribeirão das Lajes, no Distrito  Federal.  Por incúria da administração do GDF e ausência de planejamento hídrico, para recarga dos aquíferos, a maior parte das águas de janeiro de /2025, caídas na área do DF, 90%, a olhos vistos, se perdeu asfalto abaixo sem alimentar nossos aquíferos e causando tristezas e frustrações aos moradores de Sol Nascente e Pôr do Sol, no Distrito Federal.  

 O primeiro gráfico registra o volume de chuva diária em milímetros durante o mês de janeiro de 2025.

O segundo gráfico mostra o volume de chuvas no mês de janeiro dos 13 anos. Clara irregularidade das chuvas

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

A BUROCRACIA BRASILEIRA

 POR QUE A BUROCRACIA BRASILEIRA FUNCIONA MAL E COM BAIXA PRODUTIVIDADE

Fui, com minha filha, a um prédio gigantesco do INSS, no Setor de Autarquias Sul, em Brasília, para dirimir dúvida sobre pagamento de férias de meu colaborador no Sítio das Neves. O pagamento é feito via sistema eletrônico Esocial. Por alguma razão misteriosa, o sistema mostrou os impostos a serem pagos, mas não o valor total do mês de janeiro, 2025 e dos 20 dias de férias, tendo vendido os outros 10 dias. O sistema produz comprovantes de cada movimento. Um dos demonstrativos, com colunas de números, mostra o total líquido a receber: R$ 0,00 e, logo abaixo, antes da assinatura do trabalhador e da data do recebimento, está escrito: Recebi o total líquido discriminado neste recibo. Opa! Que é isso? Fomos ao prédio da administração do INSS. Graças a meus 90 anos, fomos recebidos por um ser humano, no guichê dois. Ouvido o motivo de nossa visita, o ser humano se dirigiu a outro setor e voltou com a resposta: “Aqui não fazemos esses cálculos. É na Receita Federal.” Sob um Sol cáustico, enfrentamos 1.300 metros até chegar a outro imenso prédio, cercado de vigilantes. Entramos na fila preferencial. Três seres humanos, que ali atendiam, deram informação definitiva: “a Receita, desde a Pandemia (Covid19) não presta esses serviços de cálculo ao INSS. Vocês teriam que ligar no 0800 do Esocial para a devida orientação.”
Retomamos os 1.300 metros e enfrentamos novamente o guichê 2. Atônita, diante da argumentação de minha filha, defendendo os direitos do trabalhador, a pessoa deu-nos a solução mágica: “Entre no site do Esocial e acesse o FALE CONOSCO. O senhor tem contador? Quem pode resolver isso é um contador!”
Por que esse contador mágico, pensei, não trabalha no INSS? Esse absurdo parece samba do cidadão aloprado ou uma tragédia burocrática. Como explicar isso a meu colaborador? Parei diante daqueles enormes prédios envidraçados e me convenci:
A BUROCRACIA BRASILEIRA FUNCIONA MAL PORQUE OS PRÉDIOS ADMINISTRATIVOS SÃO ENORMES, ENORMES E INACESSÍVEIS AO CIDADÃO.
Todas as reações:
Milza Guidi, Claudia Lulkin e outras 14 pessoas

quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

CHUVAS DE DEZEMBRO ▬ ANOS 2012 a 2024

 

CHUVAS DE DEZEMBRO  ▬  ANOS 2012 a 2024

SÍTIO DAS NEVES – BR 060 – KM 26 – DF -

Em milímetros ─ 1 mm = 1 litro/m2    

 MÊS                                      MM/MÊS           TOTAL/ANO/ MM

2012                                       212.7

2013                               –         311.6                2.255,6

2014                               –         323.2                1.677,5

2015                               –         404.2                1.642,7

2016                               -          264.4                1.921,7

2017                               ─         298.7               1.478,7

2018                               –         133.8                1.760.5

2019                               –         189.7                1.069.3

2020                               ─        336.7                1.787,8

2021                                ─       329.4                1.710.8

2022                               ─        305.9                1.279,2 

2023                               ─        308.1                1.323.4) 

2024                               ─         213.9               1.770,9 (no ano)

 

Durante 156 meses (doze anos), registro e publico os volumes de chuva, captados pelo pluviômetro autorizado pela Agência Nacional de Águas, na área da Bacia Hidrográfica do Ribeirão das Lajes. Durante 50 anos, desde 1974, constato e acompanho a enorme energia das árvores, associada às águas pluviais, na lenta, gradual e corajosa regeneração de um ecossistema milenar do bioma Cerrado. É lamentável que mais da metade dele esteja desvirtuado.

O mês de dezembro de 2024, recebeu 213.9 litros de chuva por metro quadrado. O Sitio das Neves (700.000 m2) recebeu, ao longo do mês.  149.730.000,0 litros dos quais 75%, mais de 112,2 milhões de litros foram absorvidos pela vegetação para recarga dos aquíferos, estabilidade das nascentes e revitalização dos córregos. O acumulado de chuvas do ano de 2024, é de 1.770,9 mm (ou litros por m2,) na região da microbacia do Ribeirão das Lajes, no Distrito Federal.  Por incúria da administração do GDF e ausência de planejamento hídrico, para recarga dos aquíferos, a olhos vistos, a maior parte das águas de dezembro/2024, caídas na área do DF, 90% se perdeu asfalto abaixo sem alimentar nossos aquíferos e causando tristezas e frustrações aos moradores de Sol Nascente e Por do Sol, no Distrito Federal.

Não é falta de chuva, não é falta de água, somos nós, que estamos desviando as águas para fora de nossas casas e impedindo que se infiltrem no subsolo.  Se impermeabilizamos nosso solo com cimento, asfalto, etc. a água vai embora e todos ficamos sem água”.  Prof. Vagney Augusto, geólogo da UnB.

GRÁFICOS.