CHUVAS DE FEVEREIRO ▬ ANOS 2012 a 2026
BIOCOMUNIDADE SÍTIO NEVES
– BR 060 – KM 26 – DF -
Em milímetros ─ 1 mm = 1
litro/m2
MÊS
MM/MÊS TOTAL/ANO/ MM
2012 ─ 212,4 2.260,0
2013 –
132,7 2.255,6
2014 –
173,0 1.677,5
2015 –
223,2 1.642,7
2016 -
288,0 1.921,7
2017 ─ 203,8 1.478,7
2018 –
165,1 1.760.5
2019 –
238,7 1.069.3
2020 ─
276,4 1.787,8
2021 ─
417,2 1.710.8
2022 ─
200,3
1.279,2
2023 ─ 245,2
1.323.4
2024 ─
311,5
1.770,9
2025 ─ 82,6 1.044,0
2026 ─ 160,1 428,5 (até 28.2.26)
Durante 156 meses (13 anos), registro e publico os
volumes de chuva, captados pelo pluviômetro autorizado pela Agência Nacional de
Águas, na área da Bacia Hidrográfica do Ribeirão das Lajes. Nos últimos 13
anos, as águas do período chuvoso têm sido de altos e baixos volumes. Fevereiro
de 2025 foi mês de escassas chuvas, em Brasília. As tempestades arrasadoras e
letais em várias regiões do país, pouco ajudam a recarregar os aquíferos em
razão do generalizado desmatamento e crescimento da urbanização pela implosão
dos ecossistemas. Lembrem-se de Ubá e Juiz de Fora, MG! É lamentável que mais da metade do bioma Cerrado
esteja sendo desvirtuado. A regeneração de uma área, para o bom funcionamento
de uma floresta, leva mais de 50 anos.
A Biocomunidade Sitio Neves (700.000 m2) registrou, ao
longo do mês de fevereiro, 160,1 mm ou litros por m2, perfazendo o total do mês
em 112.000.000 litros. Na área, graças à intensa vegetação nativa, cerca de 90% são
retidos no solo e subsolo. A função da vegetação nativa é manter a vazão das
nascentes no período de estiagem, quando a umidade do ar baixa a menos de 30%. Nos quatorze fevereiros, a irregularidade das chuvas e
as tempestades incontroláveis indicam que a mudança do clima não é apenas um
alerta. É uma realidade! Muitas espécies
de plantas, ao contrário da espécie humana sapiens, vêm se adaptando a essas
mudanças, atrasando a floração e a frutificação.
Nenhum comentário:
Postar um comentário